Deprecated: Function sql_regcase() is deprecated in /home/arcanoe/public_html/modulointranet/includes/controlInjection.php on line 3

Deprecated: Function sql_regcase() is deprecated in /home/arcanoe/public_html/modulointranet/includes/controlInjection.php on line 3
Fazendo bem a quem te ama!

Dicas e Cuidados

Seu cão anda tossindo?

O cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e corisa. Damos o nome a esse quadro de traqueobronquite ou "tosse dos canis". Essa doença pode aparecer em qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição nos meses frios pela baixa temperatura.

A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e é altamente contagiosa entre os cães através do contato direto entre os animais. Os agentes mais comuns que podem causar a traqueobronquite são:

- vírus: parainfluenza e adenovirus tipo 2 (não transmissíveis ao homem)

- bactérias: Bordetella bronchiseptica (transmissível ao homem, mas na maioria dos casos em pessoas com o sistema imunológico deprimido )

Os animais sadios, após o contato com cães doentes, podem desenvolver os sintomas num período de 3 a 10 dias. As infecções causadas por vírus normalmente são mais brandas e não requerem tratamento específico. Porém, quando mais de um agente está envolvido, principalmente a Bordetella, o quadro se torna mais grave e é necessário tratar o animal para que não se desenvolva uma pneumonia.

A prevenção da doença se faz através da vacinação. Além da vacina anti-rábica e da vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza), todo o cão deve receber uma dose da vacina contra a tosse dos canis a partir de dois meses de vida com reforço anual. A vacina é intra nasal ou seja, o líquido é instilado dentro das narinas do cão. A vacinação protegerá o animal contra a parainfluenza, o adenovirus tipo 2 e a Bordetella.

Outros fatores podem causar tosse nos cães como friagem, odores fortes (produtos de limpeza, solventes, tintas...) e alergias a ácaros ou polém. Animais nessas condições estarão mais sensíveis e, portanto, predispostos a serem contaminados por um vírus ou bacteria que irão agravar o quadro respiratório.

Assim, o correto é vacinar e, no inverno, evitar passeios em horários ou dias muito frios e banhos muito frequentes , principalmente em animais idosos. Raças de pelagem curta como doberman, dashchund, pinsher e outros, sentem muito frio. Todo o cão deve ter uma casinha, canil ou abrigo no inverno. Cães que dormem desabrigados são sérios candidatos a desenvolver quadros respiratórios.

 

Fonte: www.webanimal.com.br

 

Saiba mais...
 

Você ja ouviu falar em babesiose?

A babesiose é uma enfermidade hematozoária transmitida por carrapatos (principalmente pelo carrapato marrom do cão Rhipicephalus sanguineus) que acomete cães de todas as idades e resulta em uma anemia progressiva. A sua ocorrência é comum, especialmente durante a primavera e verão, quando os carrapatos estão ativos. Os filhotes são bastante susceptíveis e freqüentemente adquirem uma infecção mais grave do que os cães adultos.

A fêmea do carrapato suga o sangue infectado e, através de seus milhares de ovos, espalha o parasita a outras gerações de carrapatos, que por sua vez pode infectar outros cães. A babesia é um parasita unicelular (protozoário) que se divide e se multiplica nas células vermelhas, levando à hemólise (destruição de glóbulos vermelhos do sangue) destas. O período de incubação é de 6 a 20 dias.

As manifestações clínicas são altamente variáveis e incluem fraqueza, perda de apetite, febre alta, respiração rápida, baço aumentado, anemia progressiva, urina variando do amarelo escuro para o vermelho ou quase preto e fezes amareladas. Nos casos avançados, a icterícia pode desenvolver-se devido ao dano hepático. Nos casos agudos, há produção de hemólise na urina. Os casos superagudos são geralmente acompanhados por um quadro severo de choque. As formas crônicas são caracterizadas por febre, perda de apetite, depressão e anemia ligeira a moderada. As formas atípicas da doença também podem ocorrer. Como os sintomas são menos específicos na forma crônica, o diagnóstico se torna mais difícil.

A confirmação da doença é obtida através da identificação dos parasitas em esfregaço sangüíneo. Em cães, é importante diferenciar a patologia da erliquiose (outra doença também transmitida por carrapatos) e envenenamento por warfarin.

O tratamento consiste na administração de drogas antiparasitárias. Outros procedimentos podem ser feitos dependendo do caso e da gravidade da enfermidade como fluidoterapia, transfusão sangüínea, tratamento intensivo e de suporte (como tratamento para choque) e administração de protetores hepáticos. O objetivo é controlar o organismo até que o sistema imune do animal controle a moléstia. Recidivas podem ocorrer após o tratamento e os cães recuperados permanecem como portadores inaparentes.

O prognóstico é bom a reservado, dependendo da natureza da infecção e do avanço da mesma. Nos animais com menos de 6 meses de idade e pequenos animais, o prognóstico é mais reservado. Quanto mais leve o animal, menor o número de células vermelhas disponíveis para serem destruídas pelos parasitas.

A prevenção consiste no controle dos carrapatos. É aconselhável tratar os animais e o ambiente com produtos próprios.

 

Saiba mais...
 

Um cuidado adicional com ossos de couro

Ossos de couro são uma boa solução para o hábito de roer dos cães. Além de direcionar o comportamento deles, também ajudam na limpeza dos dentes, na remoção do tártaro e da placa bacteriana. Porém é importante saber que existe um perigo:O de seu cão conseguir arrancar pedaços grandes, mas que caibam em sua boca, e tentar engolí-los de uma só vez. Isso também pode acontecer no caso do osso roído ficar pequeno o suficiente.

Pedaços como estes podem causar sérias obstruções gastrointestinais.

Por isso, sempre que o pedaço arrancado ou o osso inteiro estiverem em um tamanho que caiba totalmente na boca do seu cão, jogue-o fora e compre um novo.

Pelo bem do seu amigo.

Fonte: http://dogdicas.com.br

Saiba mais...
 

Cães cegos, como lidar?

52 Dicas para entender e conviver melhor com cães deficientes visuais

1 - Não importa como a situação esteja no momento... a cegueira do seu cão é muito mais difícil para você, do que para ele. A visão ocupa o terceiro lugar, entre os sentidos mais importante para os cães, ficando atrás do olfato (faro) e da audição.
2 - Os cães captam facilmente nossos sentimentos. Mesmo que você esteja se sentindo triste pelo seu cão, fale com ele com uma voz alegre como se nada tivesse mudado e tente não mimá-lo.

3 - Se você pretende trazer para casa um novo filhote ou adulto cego, caso você tenha tempo disponível, deixe com o cachorro algo com seu cheiro por uns dias antes de trazê-lo para casa.

4 - Se você tem outros cães em casa você pode conseguir guizos para serem colocados nas coleiras deles, para que assim seu cão cego possa facilmente encontrá-los [caso os cães sejam pequenos, em pet shops é possível encontrar coleiras para gatos, com guizos].

5 - Coloque um ou dois guizos num elástico e prenda ele ao redor do seu tornozelo, ou amarre nos seus sapatos [nos cadarços do tênis por exemplo], para que o cão cego possa escutar por onde você está andando.

6 - Ter um "local base" é útil para o cão enquanto ele aprende mapear a casa e o jardim. Para o seu cão cego os pontos de orientação em casa, principalmente numa fase inicial, são a sua cama e o local em que come. Estes dois locais não devem ser mudados nunca. Se por qualquer razão notar que o seu cão está desorientado em casa deve levá-lo até um destes locais. A partir daí ele vai orientar-se de novo.

7 - Deixe a TV ou rádio ligados baixinho, perto da cama do seu cão (ou perto do local onde ele passa maior parte do tempo quando você não está). O som é calmante e pode evitar excesso de latidos.

8 - Se você tem um cão pequeno, evite pegar ele no colo para ajudá-lo achar a comida ou outras áreas. Ele precisa aprender sozinho e pode ficar muito confuso casa vez que é pego no colo e colocado no chão.

9 - Seu cão irá aprender mapear a casa e o jardim em sua mente, quando estiver pronto. Mas você pode encorajá-lo a andar de cômodo para cômodo e em volta do jardim, o colocando em uma guia curta. Use petiscos caso necessário.

10 - Se o seu cão ficar  apreensivo em aprender mapear a casa, se posicione sobre os joelhos, ficando de quatro na mesma posição que ele. Finja bater em coisas como porta, móveis fazendo sons como: AÍ! Ou algum som que o faça entender que pode se machucar trombando naquilo. Para os filhotes será muito divertido.

11 - Abaixe no chão e engatinhe no mesmo nível de visão do seu cão, em busca de qualquer coisa perigosa no meio do caminho. Faça a mesma coisa no quintal/jardim procurando por galhos em crescimento que possa furar os olhos dele e os apare.

12 - Se você tem crianças pequenas que precisam entender que estas coisas são novas para o cão coloque uma venda nos seus olhos e  faça ela engatinhar pela casa, assim a criança poderá "ver" como as coisas são diferentes para o cão cego.

13 - Comece ensinar para seu cão novos comandos como PARE, SUBA, DESÇA, CUIDADO, DEVAGAR, PERIGO, ESQUERDA, DIREITA...

14 - Ouvir sua voz é muito confortante, então sempre converse com seu cão cego. Avise-o que você está saindo de um cômodo, por exemplo, e mesmo uma "conversa boba"  pode ser agradável a ele.

15 - Lembre SEMPRE de falar com seu cão, antes de tocá-lo, principalmente caso ele esteja dormindo, para que ele não se assuste e morda.

16 - Alguns cães se tornam "deprimidos" logo que se tornam cegos, isto é normal. Mas você pode ajudá-lo a manter sua rotina diária o mais normal possível. Se ele ama passear, leve-o para um passeio.

17 - Se o seu cão costumava usar um coleira para passear antigamente, agora dê preferência a peitorais. Assim, você terá mais controle sobre o cão caso ele pare, com menor tensão no pescoço e olhos, isso é importante principalmente se a causa da cegueira for glaucoma. Pois o excesso de pressão no pescoço pode aumentar ainda mais a pressão nos olhos.

18 - Use uma guia curta para evitar que eles tropecem na própria guia. Nem sempre é necessário, mas você pode passar a guia do cão por dentro de um tubo de PVC para fazer assim uma guia rígida para guiar ele para uma direção específica.

19 - Cantos pontiagudos nas mesas de centro ou móveis devem ser forrados com cantoneiras próprias a venda em algumas lojas, ou com tecidos macios, plásticos bolha...

20 - Se você sempre gostou de mudar sua mobília de lugar agora é uma boa hora de definir seu layout favorito e não mudar mais os móveis de lugar, para facilitar a adaptação do seu cão cego.

21 - Perfume/aromatize áreas importantes como a porta de entrada/saída (você pode usar extrato de baunilha, limão, eucalipto, citronela etc..), também aromatize áreas perigosas com outros cheiros diferentes.

22 - Use aromas com moderação, lembre-se: seu tapete, mobília etc.. já possuem cheiros próprios para seu cão e adicionando cheiros novos, mudaria o que já é familiar a ele.

23 - Use um portãozinho ou obstáculos para bloquear escadas até que seu cão tenha dominado ela.

24 - Subir e descer escadas será a atividade mais difícil para ele aprender, e a partir do momento em que ele conseguir fazer isto é porque já está bem adaptado. Enquanto isso não acontece, marque com algum cheiro o topo da escada (avisando ao cão que não há um novo degrau a frente) e a base da escada  (avisando que não há mais degraus a descer) ou coloque um tapete (capacho)  no topo e na base da escada.

25 - Ensine ele a subir escadas, colocando um petisco em cada 1 ou 2 degraus. Fique na frente do cão, segurando ele com uma guia e gentilmente o encoraje (sem puxar!). Pratique até que ele aprenda a subir e descer calmamente.

26  - Se sua escada for de madeira, ela pode ser muito escorregadia, compre um adesivo em forma de fitas antiderrapante, e coloque na margem de cada degrau para dar ao seu cão maior confiança.

27 - Colocar um tapete longo em algum corredor da casa pode servir com um ótimo lugar para jogar bolinhas dentro de casa. Seu cão saberá que assim que ele estiver neste carpete/corredor, ele estará seguro para grandes lançamentos.

28 - Para que seu cão ache as entradas nas portas, você pode colocar um quadrado de carpete em cada entrada para facilitar.

29 - Use plantas naturais e artificiais pela casa e jardim para servirem como “antenas”. As plantas tocam gentilmente o cão, antes dele tocar em algo duro. Coloque ao redor de postes na varanda, cantos de armários, em volta de árvores etc..

30- Um tapete de plástico colocado embaixo dos potes de água e comida ajudará seu cão a “sentir” quando estiver perto deles.

31 - Uma fonte de água corrente pode ser usada em substituição ao pote de água. O som da água corrente ajuda  a orientar o cão cego a encontrar a água. Isto pode ser especialmente útil se você precisar mudar de casa com um cão cego.

32 - Para passeios fora de casa, em parques e jardins, você pode usar óculos ou vendas no seu cão, para evitar que ele bata e machuque os olhos em objetos desconhecidos. Existem também adaptações que podem ser feitas nas coleiras peitorais.

33 - Sociabilização é muito importante principalmente para filhotes cegos. Mas mesmo cães adultos podem desenvolver alguns medos. Visite pet-shops, parques e outros locais  onde seu cão possa encontrar com outros animais.

34 - Quando estiver com seu cão na rua, sociabilizando, explique as outras pessoas que seu cão é cego para que elas não o toquem inesperadamente, podendo gerar uma agressão por susto/medo. Caso prefira, escreva numa roupinha, bandana ou coleira usando tintas de tecido: "Eu sou cego".

35 - Se o seu cão no início ficar extremamente ansioso/nervoso, existe produtos que podem ser usados para amenizar este comportamento,  como Florais de Bach, fitoterápicos e feromônio  (D.A.P – Feromônio Apaziguador de Cães).

36 - Tente levar algo confortante/familiar para seu cão (brinquedos, caminha, coberta) quando forem a um local estranho.

37 - Quando precisar deixar seu cão por um período sozinho no veterinário ou no banho e tosa, faça um cartaz para ser deixado no seu canil/gaiola dizendo "Sou Cego" para que tenha certeza que todos funcionários terão certeza da condição do seu animal.

38 - Se você tem piscinas, lagos ou qualquer área perigosa fora de casa, cerca ela para evitar acidentes com seu cão cego. Existem telas comerciais próprias para cães.

39 - Coloque pedrinhas ou cascas de árvores ao redor de árvores ou qualquer outro obstáculo perigoso no jardim para que seu cão possa sentir a textura diferente no chão e  perceber que algo diferente está em sua frente.

40 - Lembre-se sempre de carregar pás, rastelo, objetos de jardinagem em geral, bem como sacolas de mercado com compras, sempre pra cima, para que seu cão não trombe ou derrube caso resolva te recepcionar.

41 - Alguns proprietários dizem que seus cães cegos aparentam também estarem surdos, mas geralmente eles estão mais concentrados em sons externos  e podem não prestar tanta atenção na sua voz.

42 - Caso você resolva adquirir um novo animal, apresente-o de forma lenta e gradativa ao cão cego (no começo separe eles por portas ou telas) para que o novo animal perceba que há algo  diferente no cão cego. Muitas vezes este novo animal poderá se tornar "guia"  do cão cego.

43 - Se o seu cão cego adora jogar bola, tente bolas aromatizadas ou coloque algum cheirinho em uma bola de tênis, que pode ser baunilha ou até um pouquinho de gordura de bacon ou outra comida cheirosa.

44 - Bolinhas com guizo dentro também são úteis, e podem ser encontradas em pet shops. Só não as jogue muito longe... a distância  deve ser suficiente para que ele acompanhe o som.

45 - Brinquedos de látex com apito funcionam muito bem como buscar/trazer/alcançar. Além disso, estes brinquedos fazem um som único quando batem no chão e a maioria saltam/quicam várias vezes dando ao cão tempo extra para encontrá-los.

46 - Cães que gostam de Frisbee podem continuar brincando, talvez não consigam mais pega-los no ar como antes (isso pode ser ensinado...), mas podem continuar buscando o brinquedo, e isso já é o suficiente para eles.

47 - Ensine ao seu cão os nomes dos brinquedos e das atividades favoritas.

48 - Se o seu cão costumava praticar Agility, Flyball ou outras atividades, e não poderá mais competir talvez ele poderá se tornar um “cachorro terapêutico” visitando asilos, hospitais, como os cães do projeto Cão Amigo.

49 - Ensine ao seu cão novas coisas para deixar sua vida ainda mais divertida. Tente o treinamento com clicker, que “combina” perfeitamente com sua nova habilidade  em OUVIR, e você poderá se surpreender com a aprendizagem dele!

50 - Existe no Mercado, alguns brinquedos (como o KONG) que é possível colocar comida e petiscos dentro, é uma boa maneira do seu cão se divertir sozinho!

51 - Não fique com medo de usar um sapato pesado quando for se aproximar do cão cego (ou surdo), pois eles continuam sentindo vibrações.

52 - Não subestime o poder do toque e da massagem.

 

EM RESUMO:

- Dê enfase aos sentidos que ele ainda possui:

• cães cegos e filhotes: o sentido de olfato, audição, paladar e tato

•  cães cegos e surdos: possuem olfato apurado, paladar e tato (eles podem sentir vibrações, especialmente quando você anda)

- Tente o tratar o mais normal possível.

Incentivar sua confiança é a chave para que eles saibam que podem continuar fazendo coisas e que você continua o amando. Deixe-o saber que para os seus olhos, ele continua sendo o mesmo cão. Para um filhote cego, isto pode ser a base para o desenvolvimento de sua personalidade.

- Encoraje e elogie  seu cão por fazer coisas do mesmo jeito que ele fazia antigamente.  Contudo, entenda a continue encorajando caso ele não faça...

- Seja criativo com diferentes aromas  para marcar áreas para seu cão cego         

– tenha certeza que é um local seguro para ele. Você pode usar diferentes aromas  de extratos perfumados ou desodorizadores de carro ou um saches com flores secas. Use diferentes aromas (de velas, por exemplo) em cada cômodo para ajudá-lo distinguir diferentes lugares da sua casa.

- Seja comunicativo com seu cão (vocalize).

 

Saiba mais...
 

Saiba identificar se seu animal de estimação esta sentindo dor

Animais de estimação costumam ser comparados a crianças recém-nascidas quando o assunto é expressar a dor, pois os dois a sentem, mas não conseguem comunicar efetivamente o que está acontecendo. No caso das crianças, elas abrem o berreiro. Já nos cães e gatos, os sinais vêm por meio das mudanças de comportamento.

A semelhança e diferença entre animais e crianças foi abordado pela veterinária Karina Yazbek, na 4º edição do Congresso Interdisciplinar de Dor da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ela, a lista de sintomas que dão pistas de que o animal de estimação está sofrendo é extensa. “O animal pode ficar apático ou agressivo, dependendo do temperamento dele”, diz.

Segundo a veterinária Elizabeth Estevão, da Faculdade de Ciências de Saúde de São Paulo (Facis), o animal também pode deixar de comer, diminuir a interação com os membros da família, ter mobilidade reduzida e até ficar carente demais.

Além dos sintomas acima, os gatos tendem a buscar isolamento e também costumam reduzir os hábitos de higiene, como se lamber. “Por isso, a aparência suja pode ser sinal de que ele não está bem”, diz Karina, que é certificada pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED).

 

Causas

Se há dor, é porque algo não está bem. As principais doenças que causam dor nos pets são câncer e osteoartrose, mal que provoca a degeneração das articulações. “Essas doenças estão muito ligadas à maior expectativa de vida que os animais domésticos têm hoje em dia”.

A veterinária Elizabeth cita ainda inflamação nos rins, no fígado e até no baço como males que podem causar dor. “Às vezes, alisando o animal, ele pode se contrair ao passar a mão por cima do local onde está doendo”, exemplifica.
Quando sente dor de ouvido, por exemplo, é comum o animal passar a pata nas orelhas, diz Elizabeth. Se a dor é provocada por um espinho na pata, o cão ou gato ficará lambendo o local insistentemente.

Se o dono der de cara com o animal esfregando a cabeça na parede, é porque ela está doendo. De acordo com Elizabeth, o glaucoma costuma dar muita dor no bicho. “Mas as causas das dores na cabeça ou em qualquer órgão do animal podem ser múltiplas”, acrescenta. 

Mas os donos devem ficar atentos a outros sintomas e não só se preocuparem com o comportamento do animal. A dona de casa Letícia Sallorenzo percebeu que algo não ia bem com o vira-lata Zé quando viu sangue nas fezes dele. Um exame mais detalhado em uma clínica veterinária constatou que ele tinha um problema na próstata.

Quando se recuperava de uma cirurgia, um exame levantou suspeita sobre outro órgão: o baço. Mais uma vez Zé foi para a faca. Em nenhum dos casos, conta Letícia, Zé deu sinais de que estava sentindo dor.

“Os sinais variam de animal para animal”, diz a veterinária Elizabeth. Por instinto de sobrevivência, o cão ou o gato pode também tentar camuflar a dor, para não demonstrar fraqueza.

Saiba mais...
 

Proteja seu cãe das alergias e da gripe

Na onda da preocupação com a gripe, é bom saber que os animais também ficam mais suscetíveis às doenças no inverno e precisam de atenção redobrada.

A gripe canina, também conhecida como traqueobronquite infecciosa ou tosse dos canis, pode estar relacionada a vírus, bactérias, fungos ou parasitas.

Atenção para sintomas como tosse, espirros, coriza, febre, perda de apetite e apatia, principalmente em animais muito jovens, idosos ou com a saúde já debilitada por alguma outra doença.

A boa notícia é que a maioria dos animais cura-se sozinho. Para ajudar, mantenha a imunidade de seu cachorro alta, com uma alimentação correta e nutritiva. Outra recomendação é a vacinação com reforço anual. “Várias vacinas estão disponíveis para proteção contra a bactéria Bordetella bronchiseptica, adenovírus canino tipo 2 e vírus da parainfluenza canina, causadores da gripe.

Existem vacinas para aplicação intranasal ou uso injetável.

Recentemente, um subtipo do vírus influenza, o H3N8, causou furor nos Estados Unidos. Em 2004 ele surgiu em cães da raça galgo e agora evidências indicam a circulação em outras raças. Seus sintomas são mais graves que a gripe canina comum, culminando em broncopneumonia. A mortalidade gira em torno de 5%, mas não há relatos desse tipo de gripe canina no Brasil.

 

Alergias respiratórias

Além da gripe, outros problemas afetam a saúde dos cachorros no inverno. “A umidade relativa do ar diminui e uma grande quantidade de partículas fica em suspensão. Elas são inaladas, agravando os quadros de alergia como bronquites e rinites”, alerta Marcos Eduardo Fernandes, formado em medicina veterinária pela Unesp, especialista em homeopatia veterinária e mestre em saúde pública pela USP. As roupinhas e cobertores, também mais usados nessa época, podem desencadear reações alérgicas.

A controller Simone Darrel, 34, de Curitiba, conta que sua pinscher zero, Kiki, sofre mais nessa época do ano. “Ela começa a espirrar e não para mais. Noto que as crises se agravam quando paro de levá-la para caminhar”, diz.

Quando notar algum sinal de alergia em seu cachorro, a primeira atitude é identificar o que pode estar causando o incômodo. Se possível, não deixe o cãozinho em ambientes fechados, com carpetes e tapetes, e lugares tratados com excesso de desinfetantes, odorizadores de ambiente e produtos de limpeza. Evite fumar dentro de casa ou próximo ao animal, pois eles também inalam a fumaça e os resíduos do tabaco. O uso constante de umidificadores também pode levar à proliferação de fungos (mofo), o que propicia quadros alérgicos.

O tratamento paras as alergias é feito com anti-histamínicos, corticóides, broncodilatadores e nebulizações com solução fisiológica, mas como essas doenças podem ficar crônicas, é preciso um tratamento de longo prazo. “Uma alternativa é buscar terapias não convencionais, como a homeopatia, que apresenta bons resultados em grande parte dos casos”, diz Fernandes.

 

Na pele

As alergias na pele também costumam se agravar nessa época. “O clima frio leva os donos a banharem seus animais de forma mais esporádica, não removendo de forma adequada os alérgenos ambientais depositados na pele e nos pelos”, relata Carlos Eduardo Larsson, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da USP e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária. Entre as raças mais acometidas com as dermatites atópicas estão boxer, chihuahua, yorkshire, sharpei, west highland white terrier, scottish terrier, llhasa apso, shitzu, dálmata, pug, setter irlandês, baston terrier, golden retriever, labrador e cocker.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/bichos

 

Saiba mais...
 

Porque adotar um animal adulto?

No momento da adoção de um animal, as pessoas demonstram clara preferência pelos filhotes. Mas, adotar um cão adulto tem grandes vantagens.

Mesmo quem já criou animais, costuma se esquecer da fase de crescimento que sempre é muito trabalhosa e requer uma reserva de paciência que, às vezes, as pessoas já não possuem. Na adoção de um animal adulto o trabalho é sempre muito menor, pois ele passará apenas por um período de adaptação à nova casa.

Este período é quase sempre muito curto, pois o animal adulto que vem de um abrigo ou das ruas, tem muita gratidão pelas pessoas que o recebem em seus lares e demonstrará essa gratidão claramente tornando-se, em muito pouco tempo, um companheiro fidelíssimo, obediente e muito carinhoso. Além disso, será um guarda como poucos, capaz de defender com a própria vida o seu novo lar e as pessoas que o acolheram. Ao contrário do que muitos acreditam, o cão adulto, quando adotado, aceita muito facilmente a mudança em sua vida (que sempre será para melhor), torna-se um animal muito alegre que, certamente, será o maior amigo de seu benfeitor.

Saiba mais...
 

Doenças Hereditárias

O fator genético

As doenças genéticas resultam da mutação de um gene que transporta determinada informação e que se manifesta como um defeito significativo no indivíduo. Os defeitos genéticos hereditários são aqueles que são transportados pelos genes do pai ou da mãe e transmitidos à descendência. Estas doenças são frequentes em cães e, na sua maioria, mas não exclusivamente, nos de raça pura.

Existe uma lista de doenças para cada raça, na qual existe um consenso entre veterinários, que reconhecem essas doenças como tendo uma representação significativa. Em algumas raças conseguiu-se provar um determinado padrão de hereditariedade (autossómicas dominantes, recessivas, poligénicas), noutras, sabe-se que existe uma predisposição rácica (raças com um risco elevado para o aparecimento da doença em comparação com outras raças). Fazem parte desta lista as doenças mais comuns e as que se encontram apenas esporadicamente.

 

Raças mais comuns e suas doenças mais prevalentes

As raças mais populares têm uma lista mais extensa, porque existe um número maior de animais afetados e, por isso, é possível reconhecer a predisposição dessa raça para uma determinada doença. Adicionado ao facto de que a reprodução indiscriminada ser mais comum nessas raças, aumentando a incidência das doenças hereditárias. As raças menos comuns ou mais recentes, têm uma lista menor ou nenhuma doença reportada, porque leva algum tempo até que um número suficiente de cães esteja afetado.

São exemplos de doenças hereditárias, a displasia da anca (que é de todas a mais frequente) em raças grandes e gigantes; a diplasia do cotovelo em Labradores Retriever e Golden Retriever; a doença intervertebral nos Teckel; a doença de Von Willebrand nos Doberman; a urolitiase por uratos no Dalmata; a síndrome dos braquicéfalos nos Bulldogs ; a doença da válvula mitral nos Cavalier King Charles Spaniel; a histiocitose nos Bouvier de Berna; a estenose aórtica nos Boxer; a mielopatia degenerativa nos Pastores Alemães.

 

Alerta aos criadores e aos compradores

A frequência das doenças hereditárias pode ser reduzida através de boas práticas de reprodução por parte dos criadores. É necessário identificar a doença o mais cedo possível, nos animais afetados, e reconhecer portadores da doença (pais e irmãos), de forma a eliminá-los como reprodutores. Os criadores devem ser informados sempre que um animal manifestar uma doença hereditária, assim como os clubes de canicultura devem publicar estes resultados, para se tentar reduzir a prevalência das doenças hereditárias. Por exemplo, no caso da displasia da anca, os animais devem realizar um rastreio da doença antes de iniciarem a reprodução, por volta dos dois anos de idade, e deve ser emitido um certificado por um veterinário especializado nesta área, com o resultado dos exames. Estes reprodutores devem continuar a realizar exames ao longo da sua vida, porque a doença se pode manifestar mais tardiamente. Estes resultados devem estar disponíveis pelo criador de forma a que qualquer novo proprietário possa exigir essa certificação. Apesar de, em Portugal, ainda não existir um programa de certificação obrigatória, a certificação já está a ser realizada. Cabe aos futuros proprietários dos animais exigir aos criadores esta certificação.

 

Catarata

A catarata é definida como uma opacidade da lente do olho. Um animal com catarata não consegue ver através dessa opacidade. Esta opacidade pode ser pequena e focal ou ocupar toda a lente. Se a lente inteira estiver afetada, o olho fica cego. A catarata ocorre devido a fenômenos que alteram a componente protéica das fibras que constituem a lente, desorganizando-as e conduzindo à opacidade.

A lente situa-se na parte de trás do olho, imediatamente por detrás da pupila. A lente serve para focar as imagens que se vão produzindo na retina, no fundo do olho. À medida que um animal envelhece, a lente torna-se mais compacta no número de fibras que a constituem. Esse aumento de densidade confere à lente um aspeto de névoa. A isto chama-se esclerose nuclear. Surge a partir dos sete anos e é responsável pelo aspeto azulado e enevoado das lentes dos cães idosos. A esclerose nuclear difere da catarata, porque o olho não fica opaco e é possível ver através da lente. A esclerose e a catarata podem ocorrer concomitantemente.

 

Raças, velhice e diabetes

As causas de catarata são: hereditárias, diabetes, trauma, inflamação e as relacionadas com a idade, ditas senis. As cataratas hereditárias surgem em cães jovens ou de meia-idade. Está estudada a base genética de transmissão em raças como o Cocker Spaniel, Caniches, Husky, Schnauzer, Golden and Labrador Retrievers, Yorkshire Terriers, Beagles, Doberman, Rotweiller, Setter Irlandês, Lhasa Apso e Shih Tzu.

As cataratas são uma das complicações mais frequentes da diabetes. A diabetes pode causar o aparecimento repentino de cataratas bilaterais. O excesso de açúcar absorvido pela lente provoca a acumulação de água na mesma, que conduz a alterações estruturais da lente, incluindo rotura das fibras que a constituem, culminando na formação de uma catarata. Está em curso um estudo sobre um produto para prevenir a progressão da catarata diabética.

 

Catarata nos gatos

Nos gatos, as cataratas hereditárias são raras. As cataratas nos gatos, quando surgem são secundárias a trauma ou inflamação. As cataratas diabéticas são raras porque existe um metabolismo de açúcar alternativo no olho do gato.

As consequências das cataratas variam desde algum grau de falta de visão até à cegueira completa. Outras consequências mais raras são a uveíte (inflamação da úvea) e o glaucoma (aumento anormal da pressão intraocular).

 

 Opções clínicas

O tratamento da catarata é cirúrgico. Os tratamentos com fármacos orais ou tópicos não têm provado ser eficazes. Nem todos os olhos são candidatos a cirurgia. São necessários exames preliminares, como a eletrorretinografia e ecografia ocular, para determinar se a retina está funcional. Se existir uma doença concomitante, como por exemplo uma atrofia progressiva da retina — condição que conduz à cegueira —, não fará sentido operar às cataratas. Se existir inflamação, trauma ou diabetes, estas doenças devem ser tratadas e estabilizadas antes de se partir para uma cirurgia às cataratas.

A técnica cirúrgica atualmente mais usada é a facoemulsificação. Esta técnica consiste em inserir uma sonda dentro da lente, através de pequenas incisões, que, usando a energia de ultrassons, vai liquefazer as fibras da lente, sendo esse material depois aspirado. De seguida, é geralmente colocada uma prótese de lente. O candidato ideal para cirurgia às cataratas deve reunir uma série de premissas determinadas pelo veterinário. Se a cirurgia não for uma hipótese, o animal pode evoluir para a cegueira e, apesar de ficarem mais limitados funcionalmente e dependerem mais dos donos, podem adaptar-se perfeitamente ao seu ambiente e viverem uma vida feliz. Os donos devem tomar precauções para criar-lhes um ambiente seguro.

 

Saiba mais...
 

Os pêlos do seu cão estão caindo?

Saiba os motivos por que os pêlos caem.

1 - Quando encontram condições favoráveis de umidade, bactérias que vivem naturalmente na pele se multiplicam demais. O crescimento populacional deflagra a coceira.

2 - O bicho se lambe para aliviar o prurido. Mas isso provoca feridas, que se rompem. Daí, sob o pêlo, começam a surgir grandes crostas de machucado.
3 - A inflamação pode se agravar com micróbios oportunistas. Sem contar que agride a raiz do pêlo. Ele, então, cai.

Afaste o risco de queda de pêlo:

1 -Mesmo que o animal já tenha passado pela consulta de rotina, repita a visita ao veterinário se notar que ele anda se coçando muito ou que foi picado por inseto.
2 -Mais do que nunca, evite perfumes e produtos de banho que não sejam específicos para animais.

3 - Não se engane com a idéia de que, no calor, quanto mais banho, melhor. Dê um só por semana. O excesso de lavagens retira a gordura que protege a pele.

 

Fonte: Revista Saúde é Vital

 

Saiba mais...
 

Como dar banho em seu gatinho

Os banhos dos gatos devem ser periódicos para a manutenção da saúde e pelagem perfeita. Lembre-se que gato toma banho e gosta muito, basta acostumá-lo desde pequeno.

Primeiramente, suas unhas devem ser aparadas com tesoura apropriada e suas orelhas limpas com solução anti-séptica.

Em seguida, deve-se colocá-lo em água quente, mais próxima possível de sua temperatura corporal (38,6º C). Para se colocar o gato dentro da água, é preciso pegá-lo com uma mão sob as patas traseiras e segurá-lo com a outra na pele do pescoço (nuca).

De preferência, colocá-lo embaixo de um chuveiro ou chuveirinho e molhá-lo, esfregando um sabonete neutro para retirar a sujeira mais grossa. Em seguida, aplica-se um xampu apropriado para a pelagem do gato, para isso, utiliza-se uma esponja para distribuir o produto em todas as partes do animal. Deve-se enxaguar muito bem para retirar todo o excesso de espuma e resíduos.

Na última lavagem, aplica-se um xampu hidratante ou com condicionador, para devolver o PH natural do pêlo. Novamente deve-se enxaguá-lo e o gato deverá ser envolto em uma toalha felpuda, para secá-lo.

Na última fase do banho, deve-se utilizar um secador de cabelos, de preferência o mais silencioso possível, numa temperatura de morno para quente, tomando o máximo cuidado para não colocar muito próximo do animal, e não queimar a sua pelagem. Neste momento, é importante o uso de bons pentes e rasqueadeiras para penteá-lo e retirar os pêlos mortos.

A escovação deverá ser feita sempre no sentido contrário ao nascimento dos pêlos, para que a aparência fique volumosa e bem solta. No final, o uso de um talco apropriado e bem perfumado é aconselhável para as pelagens claras e o toque de estilo é aplicar umas borrifadas de um excelente perfume próprio para gatos.

 

Fonte: http://www.revistapulodogato.com.br

Saiba mais...
 

Como ensinar o seu cão a fazer as necessidades no local certo

Ensinar seu cão a fazer as necessidades no local certo é fundamental para um bom convívio com seu pet. Esfregar o focinho do seu cão no xixi quando ele fizer no lugar errado é um mito, não funciona, além de ser uma técnica agressiva.

Aprenda a maneira correta de ensiná-lo e acabe de uma vez com esse problema.
Os cães não fazem suas necessidades perto do local onde se alimentam, escolha um “pet banheiro” afastado do “refeitório”.

O olfato dos canídeos é muito poderoso, mesmo passando aquele produto cheirosinho ele ainda sentirá o odor de urina ou fezes, se ele fizer no local errado, limpe imediatamente, utilize produtos próprios para eliminar odores de necessidades caninas. Se ele escolheu um tapete, retire o tapete da casa até que ele aprenda a fazer no lugar correto.

Somente após 2 meses de idade seu cão poderá começar a aprender a fazer no local certo.

Os cães fazem suas necessidades poucos minutos após as refeições, os filhotes geralmente levam apenas 6 minutos e os adultos cerca de 15 a 30 min.
Definido o local do banheiro, incentive seu cão, logo após as refeições leve-o ao local, elogie sempre que ele estiver fazendo no lugar certo. Ao acordar, depois de comer e antes de dormir são as horas mais propicias para o cão ir ao banheiro, leve-o para o local escolhido sempre nestas ocasiões, aguarde até que ele faça suas necessidades, elogie, faça carinho, dê petiscos, faça a associação positiva.

Os cães anunciam que vão fazer suas necessidades, andando com as patas mais abertas, agachando-se, rodeando, nesta hora, se ele estiver fora do local, pegue-o imediatamente e transporte até o local correto. No local correto elogie seu pet.
A alimentação deve ser oferecida sempre nos mesmos horários e o cão deve ser levado ao banheiro logo depois das refeições. Água e comida não devem ficar à disposição do animal que está sendo treinado, mas em dias quentes, não restrinja água.

Além da necessidade biológica, os cães defecam e urinam por diversas razões. Na maioria das vezes, para chamar a atenção do dono. Se você flagrar o cão fazendo as necessidades em lugar errado, não dê bronca. Ignore-o completamente. Espere que ele termine e saia do local, então limpe a sujeira e neutralize o odor com o produto apropriado.

Dar broca é uma forma de dar atenção e os cães adoram atenção, então, por mais difícil que isso seja, quando seu animal agir de forma inadequada, ignore-o solenemente. Elimine o odor, o cão geralmente volta a usar o lugar em que sente cheiro de fezes e urina.

 

Use os instintos a seu favor

Seu cão fez no local errado, limpe muito bem e coloque um petisco no local, ou sirva a ração naquele ponto, seu cão vai fazer de tudo para não usar como banheiro o local onde ele come.

Mudar o tipo de ração pode causar transtornos no controle das necessidades do cão. Faça a troca de forma gradual. Misture a nova ração à velha e vá aumentando a quantidade da nova gradativamente por pelo menos uma semana.
Se o cão urina quando você fala com ele ou quando você chega em casa, ele o faz por submissão ou excitação, não dê bronca, ignore o cão por alguns minutos antes de sair e após chegar em casa. Faça carinho no peito e não na cabeça, isso parecerá menos ameaçador.

 

Ainda dá tempo - Seu cão tem mais de quatro meses ou já é adulto e ainda não aprendeu a fazer no local certo?

O procedimento para educar um cão adulto é o mesmo utilizado com o filhote, porém requer mais paciência e repetição.

É mais difícil educar um cão adulto, pois ele não faz xixi tão freqüentemente quanto o filhote, por isso o monitoramento para conduzi-lo ao local certo é mais complexo. Além disso, o cachorro adulto macho não castrado urina para marcar o território.

Nos casos de animais adultos, produtos como tapetes com odores podem funcionar, mas qualquer dispositivo só é eficiente se há acompanhamento e supervisão do dono.

Estes produtos especiais podem ser eficazes, tanto para estimular a pratica no local correto como para repelir, existem produtos repelentes para ambientes internos e externos a venda nos pet shops, o odor destes produtos fará com que seu cão não se aproxime de um determinado local. 

Outra técnica que pode ser utilizada é a de ensinar o seu cão a fazer xixi e cocô na rua. Devidamente vacinado e liberado pelo veterinário não existe nenhum problema em se valer desta técnica, basta levar um saquinho e recolher a sujeira.       Neste caso, será necessário sair com seu cão várias vezes por dia no começo, diminuindo a freqüência conforme ele for aprendendo o procedimento. O mais indicado é sair logo que ele acordar, depois das refeições, depois de beber água, e antes de dormir. Não deixe ração à disposição o dia inteiro, isso pode fazer com que o intestino fique desregulado, a alimentação deve ser dada sempre nos mesmos horários. Dê o reforço positivo sempre que ele agir corretamente.

 

Fonte: REDAÇÃO PLUGPET

 


Saiba mais...
 

Como fazer um filhote dormir



  

Raros são os filhotes que não fazem uma verdadeira serenata na primeira noite em sua futura casa. Não à toa! De repente este filhote se vê num ambiente totalmente diferente ao que ele conhecia até então, com pessoas, barulhos e cheiros quase assustadores para ele. Neste quadro, ele irá fazer de tudo para que alguém da sua antiga matilha venha resgatá-lo. E para que sua mãe possa localizá-lo, ele irá chorar o mais alto que puder.

O problema aqui é que raramente conseguimos lidar com esta situação de forma satisfatória.  Como resultado, é comum vermos  filhotes que acabam passando a noite no quarto de seus donos, como também donos passando a noite no “quarto” dos filhotes. E, se isso não fosse o bastante, muitas vezes esta situação permanece com o mesmo cenário por semanas.  E cada dia que passa torna a resolução do problema mais trabalhosa.

Vamos analisar o que acontece aqui

O filhote está lá no quintal, abandonado e afastado de sua matilha.  Mesmo  quando há outros cães na casa, tais cães ainda lhe são desconhecidos e hostis. Por conta disso ele “bota a boca no mundo”, e nesse momento você aparece como seu salvador. 

É aqui que mora o perigo! 

Neste momento seu filhote percebe que quando ele chorou você apareceu por lá.  Portanto ele irá pensar que tal situação se repetirá sempre.

Porém você está certo de que tão logo ele pareça mais calmo, você conseguirá com que ele durma.  Daí você volta ao seu quarto, e ele quase que imediatamente começa a choradeira de novo.  E você? Aparece por lá novamente para acalmá-lo.

Pronto! Você acabou de comprovar ao filhote que se ele não quiser ficar só, é só chorar.  Daí você resolve o problema por uma noite, pois quer dormir, e não quer problemas com os vizinhos. Então, para evitar maiores dramas, acaba trazendo o filhote para o quarto, ou passando a noite ao lado dele no quintal, tendo certeza de que na noite seguinte ele estará mais acostumado à nova casa, e irá dormir no quintal mais facilmente. 

Doce ilusão!   Na noite seguinte tudo irá se repetir!    É um círculo vicioso: Ele continuará a chorar na esperança de que você apareça por lá; e você, ao aparecer no quintal só estará piorando tudo muito mais. 

 Como resolver o problema?

Você tem que lidar com duas questões aqui:  minimizar o trauma da separação que o filhote sofre; e fazer com que ele não associe a sua aparição  ao choro dele.

O Trauma da Separação:

A melhor forma de lidar com o trauma  da separação é “enganar” o filhote.  Adquira um bichinho de pelúcia (de preferência do mesmo tamanho ou maior que o filhote) e peça para os donos da mãe do filhote que o esfregue no corpo da cadela, para que o cheiro dela fique impregnado no bichinho de pelúcia.  Deixe que o filhote brinque bastante com o bichinho de pelúcia, e ao colocar seu filhote “para dormir” coloque o bichinho perto dele, pois ele irá se sentir aconchegado, amparado ao sentir o cheiro da mãe.  Ele pensará que o bichinho de pelúcia é um companheiro de ninhada dele.  Isso vai deixar o filhote bem mais calmo aninhado ao “irmãozinho”. 

Outra providência que costuma dar certo é deixar um rádio ligado perto do filhote. Ele pensará que as vozes do rádio são as pessoas da casa, que estão por perto.  Isso também irá deixá-lo menos assustado.

Dissociação da sua chegada do choro dele

Para que ele não associe a sua chegada ao choro dele, você terá que aprender a se segurar quando ele começar a chorar.  Muitas vezes somos obrigados a ouvir um pouco de choro, para podermos ter noites tranqüilas no futuro.

Jamais apareça por lá enquanto ele ainda estiver chorando

Espere até que ele pare com a choradeira por 15 segundos, e só então apareça para ele. Desta forma ele saberá que não está abandonado lá, pois você está por perto. E, como você apareceu por lá “do nada” ele não irá usar o choro como campainha. E como os cães não têm noção de tempo, é interessante que de vez em quando você dê uma chegada por lá sem aviso.  Isso fará com que ele tenha a sensação de que a qualquer momento você pode aparecer por lá, sem depender de um chamado dele.

Quando chegar lá, procure não agitá-lo com brincadeiras.  Fale baixinho, faça um carinho, e vá embora.  Se ele chorar deixe-o chorando.  Ele logo perceberá que o choro não tem efeito algum.

Dicas:

Você pode fazer este treinamento mesmo com cães mais velhos, pois ele é bastante eficiente.  Só é necessário bastante perseverança e paciência.  Se for possível, converse com seus vizinhos sobre o treinamento, desculpando-se antecipadamente pelo possível barulho durante a noite.   

Se você preferir, pode deixar o filhote dormir dentro de casa na primeira noite.  Isso não elimina a necessidade do bichinho de pelúcia, mas pode fazer dessa primeira noite uma experiência mais tranqüila.  Porém, já na segunda noite este treinamento deve ser posto em prática para que o filhote aprenda o mais rapidamente possível o local em que ele deve dormir.

Não adianta achar que este problema irá se resolver com o tempo, pois não vai!  Se você não for firme, jamais conseguirá ensinar ao seu filhote o lugar dele. 

Saiba mais...
 
Empresas Amigas
l
r
© 2017 | Todos os direitos reservados.  
4aw